Cotidiano


Invariavelmente o tempo se despede de nós com uma pressa cada vez maior.

Em setembro 2008 eu escrevi meu último texto, oficialmente falando, e larguei de lado meu blog. Desde lá muitas coisas aconteceram, entre elas, duas mudanças de apartamento, amigos importantes que acabei por fazer, amigos importantes que se casaram e deram um novo rumo para suas vidas, amigos importantes se foram para outra vida (espero, com toda fé e força, que para eles esta nova vida seja formidável e infinitamente melhor, pois todos, sem excessão, merecem). Também houveram parentes se foram, com ênfase maior para minha avó materna que se despediu neste inicio de ano, me deixando agora completamente órfão desta classe mais que honorável de mãe/pai.Viagens ocorreram, festas inesquecíveis, formaturas, shows e loucuras dignas de serem deixadas como legado para meus descendentes (com algumas ressalvas claro).

Neste meio tempo também conheci uma pessoa muito especial com a qual passei um tempo ao seu lado (tempo esse bastante curto em meu entendimento) que me fez bastante feliz, certas vezes um tanto quanto ansioso, outras um pouco irritado, mas em sua grande maioria foram alguns meses de muita paz, alegria e dedicação. Fiz belos novos amigos enquanto com esta estive, fato que agradecerei sempre a ela. Lamentei nosso afastamento, mas é como dizem, nem tudo é para sempre e há de durar enquanto tiver de ser…

Agora, volto aos tempos de pseudo escritor, aos barzinhos, jogos de futebol (falando como espectador, ser jogador nunca foi meu forte), minhas leituras, dentre outras coisas que nos distraem quando estamos sós.

Crendo que o tempo cada vez mais rápido se esvai, não tomarei muito o de vocês, portanto… Vivam pessoal, aproveitem, amem, festejem e façam viagens sempre que for possível e, sendo possível, me convidem…

Abraços a todos.

Boas noites…

Tenho estado um tanto quanto desanimado com a Internet em geral. Nestes últimos tempos, meus acessos têm sido apenas para procurar ofertas e coisas que precisamos aqui para o novo ap, visto que, muitas das coisas que usávamos foram devolvidas para seu antigo dono. Resolvemos então tomar vergonha na cara e adquirir nossos próprios móveis, além de arrumar uma internet decente e uma tv a cabo. Maravilha, continuo sem o mínimo ânimo para navegar e os poucos canais que são liberados, não aproveito muito, rsrsrsrs.

O jeito é ler, então, já se foram dois livros em pouco mais de um mês (obs. quem tiver algo interessante para emprestar agradeço, senão terei de reler meus antigos mesmo).

Voltando ao assunto, há poucos minutos resolvi acessar o Twitter e acabei por reativar uma conta antiga que já tinha por lá. Como no início não entendia nada desta tão famigerada página da net (e continuo praticamente na mesma), abandonei. Mas agora, do nada me pareceu muito interessante e creio que isto me dará novos ares, principalmente para retomar de vez este tão esquecido blog, que tenho deixado tanto de lado.

Quanto ao pessoal que antigamente por aqui vagava eu espero reencontrar e, com sorte, conseguir novos amigos que partilham suas palavras e pensamentos.

Então por agora termino, vou ganhando força para continuar… “Deixe estar que o que for para ser, vigora…”

Abraço a todos.

Retornarei aos afazeres bloguisticos dentro em breve, tentarei tirar um tempo no final de semana para postar algo, coisa que não faço desde setembro passado!

 

Abraços a todos!

“Carpe diem. Aproveitem o dia, meninos. Façam de suas vidas uma coisa extraordinária”. Depois de ver novamente o filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, essa frase ficou bem gravada em minha mente, provavelmente por que tenho passado dias bem tranquilos, não pela falta de trabalho ou estudo, pois o ritmo de ambos anda bem elevado, mas creio que tenho levado as coisas de um modo um pouco menos radical, dando atenção apenas suficiente para que se resolvam e não dando importancia demais aos problemas, a ponto de que eles tomem conta do meu dia, tornando-o possivelmente estressante.

Pois bem, noites em claro apenas para as baladas, papos e programas interessantes, nada de perder noites pensando no que poderia ter feito ou dito, além do que, meu juízo parece que se perdeu em algum lugar pelo caminho, ou melhor, acho que se esconde de mim e tenta me dar sustos e pregar peças quando me distraio demais, chega a ser até engraçado, ando falando coisas demais e volta e meia solto algumas bombas em quem merece ouví-las. 😛

Tenho tratado de aproveitar as coisas que temos à disposição e que não vinha dando muita importância, como a praia, já que agora vivo numa cidade litoranea e só havia me atinado para isso com a devida profundidade há poucas semanas, então, quando o tempo me permite, junto com meu irmão, apareço pela orla e fico lá, tomando um sol, uma cerva (quando o dindin também permite) e jogando conversa fora.

É isso… procurando me dar bem com as coisas pequenas até conseguir alcançar as coisas grandes que a vida um dia, vai me proporcionar.

 

Um pequeno pormenor, infelizmente estou sem net em casa e em meu trabalho as vezes não consigo acessar os blogs de alguns amigos queridos, pois o navegador os bloqueia dependendo do seu humor, liberando apenas alguns. Portanto, não os tenho visitado por isso, o que me deixa entristecido, já que os textos de todos vocês ajudam bastante no dia-a-dia. Abraços a todos!

Sem caminho, sem lugar…

Sombras, pó e poeira, nada para ver e sentimentos em total desalinho… Procurando o que não se encontra e torcendo para encontrar algo que nunca pensou em procurar.

Solidão, stress e desânimo!

Espero que quando vier a calmaria, as ondas e o vento da tempestade não tenham arrancado os locais onde os pássaros se aninham e cantam para mostrar a esperança dos novos dias!

Melancolia, paz e aconchego!

Novos tempos virão, mostrando que o passado e o presente podem ser tão obscuros quanto um futuro inesperado.

Frio, calafrio, recomeço…

O nascer do sol do próximo dia trará, com certeza, novas possibilidades. Será?

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As mais diferentes pessoas percorrem toda a vida procurando uma felicidade que existe no momento imediato e em lugares tão pequenos que a simplicidade os esconde de nossos olhos amargurados, que teimam em somente vizualizar o que não devemos nos ater. É assim, não creio que tudo que é bom dure pouco, acontece que as coisas boas tem tão pouco espaço na vida de certos indivíduos, que quando acontecem, não conseguem sobrepujar os problemas que passam pelo cotidiano.
Mas tenho fé, sempre tive essa fé que me empurra para frente quando canso de sofrer por problemas que afligem a alma e parecem cortá-la como uma excalibur renascida. Tomo goles impregnados da força das coisas boas, vindas dos amigos aos quais sempre pude confiar e aprendo cada vez mais a apreciar. Revido então, encontrando as saídas que não são poucas, mas que estavam obscuras, escondidas, e se revelam a partir dessa reação. Agradeço muito aos amigos e à alguns desconhecidos, por que não? Casos que ouvimos de pessoas anônimas por vezes tem lições que nos ajudam quando consequimos enxergar a “moral da história”. Pois bem vamos ao encontro dos caminhos abertos, com brisas tranquilas, para que então tenhamos também tranquilidade.
Momentos difíceis todos têm, e muitos conseguem dispersá-los, a esses meus sinceros parabéns, vamos avançar sobre a grama que cresce entre as pedras das dificuldades do dia-a-dia e prevalecer sobre esses infortúnios que temiam em tentar nos deter.

Pois então, creio que devo ser mais “simples”.

Porque para alguns é absolutamente necessário o crescer? Claro, o crescer espiritual e racional é um progresso intermitente na vida da maioria das pessoas, porém porque deixar de lado as brincadeiras de criança? As alegrias que coisas simples demais para serem percebidas trazem aos olhos puros? O conhecer e expandir a mente para coisas que na correria cotidiana passam como frívolas e inuteis?

É verdade, quando crescemos acumulamos responsabilidades. Pois então, façamos as coisas de um outro modo. Que tal uma realocação dos prazeres infantis? Um modo de fazer com que nossas gargalhadas sejam tão gostosas como os sorrisos dos bebês. Ver o movimento das marés, o farfalhar das árvores. O reunir com amigos na calçada de casa para bater papo! Algumas dessas coisas nós transportamos para nossa época, o reunir em um barzinho com um som legal e uma cerveja gelada é um meio de fugir do cotidiano em que o trabalho ou, às vezes, a família nos prende!

Digo que quando uma pessoa perde a sua infância perde a fina ligação à beleza da alma. Costumo dizer que ainda sou uma criança e que pretendo morrer como criança e ainda mais, se a graça superior me for dada, viver na eternidade como criança brincando pelas nuvens com os amigos que perdi e irremediavelmente perderei pelo caminho, até que a eternidade chegue a um destino inesperado e diferente.

Pois bem, o importante é se deixar levar, quando o tempo permitir… ler um bom livro, ver um bom filme, um passeio diferente ou uma festa de acabar com tudo! Sempre é bom mudar os ares, mesmo que seja por um tempo curto! Aproveitem como se tudo dependesse disso, tudo que é bom fica melhor quando sabemos quanto prazer podemos tirar das situações!

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